Bichusp 2009

março 18, 2009

Felipe Maia

O domingo para o esporte ecano passou longe de ser glorioso se pensarmos em louros e medalhas. Competindo no Bichusp por duas modalidades, Futsal Feminino e Vôlei Masculino, o melhor resultado conseguido pela ECA foi trazer bixos para jogar. Embora não pareça, essa pode ser chamada de uma grande vitória, visto que o maior intuito do Bichusp é renovar os times e integrar os calouros ao esporte universitário.

O Futxeca, que já vinha de um infeliz WO no ano passado, não mudou a história esse ano. Esforços e promessas dos que se envolvem com o time — isso inclui as bixetes — não faltaram. Faltou, sim, quorum, pois a esquadra feminina, há vinte minutos do jogo, só contava com duas atletas. No vôlei masculino, a situação era diferente. Havia um bom número de bixos para o jogo, porém, não fora assim nos treinos.

Time de Bixos

Então, em vez de jogarem, os bixos foram jogados em quadra, formando uma equipe desentrosada e muito inexperiente. O adversário era o time de bixos-postiços da Física — mais da metade do grupo era composta por tiozões que, pelas brechas do regulamento, jogaram como bixos. O jeito foi manter a diversão acima da competição, o que nos fez achar graça num resultado de 2×0 (15×4 e 15×2). Deve-se lembrar que, sobre a diversão, há a integração e a renovação. Essas foram de grande valor para os times, tanto para o Futxeca, que agora irá com mais ênfase atrás de novas jogadoras, quanto para o vôlei, que almeja formar um time mais coeso e competitivo, somando a experiência de veteranos ao novo gás dos bixos.

Seja como for, parabéns aos bixos que jogaram: Bean, Eduardo, Gabriel, Guilherme, João Pedro, Jimmy, Márcio, Marcos Paulo, Marcelo e Túlio!


Para o blog começar fazendo esquerda, direita e esquerda ou direita, esquerda e direita.

fevereiro 10, 2009

Rodrigo, Levantador

A série de vídeos sobre fundamentos e jogadas de vôlei começa hoje. A idéia é que com os vídeos aqui postados cada ecatleticano possa perceber

Iniciemos com ataque, o fundamento que com certeza é o preferido pela maioria dos atletas de voleibol.

De início vamos entender o que vem a ser “esquerda, direita e esquerda” ou “direita, esquerda e direita” com um vídeo de aquecimento de rede de algum time em algum lugar do mundo… não dá para ver os pés do jogador tocando o chão, mas é possível ver a movimentação que ele faz…

[http://www.youtube.com/watch?v=0FDpXAuGrnU]

Viram??? O jogador para atacar a bola faz a chamada passada de ataque e por ele ser destro o movimento é pé esquerdo, pé direito e pé esquerdo de novo… ele salta e acerta a bola.

Esse vídeo tá mais longe, porém dá para ver melhor a movimentação…

Conseguiram visualizar melhor? Tomará que sim.

Canhotos, não achei nenhum vídeo legal para postar, mas a realização da passada de ataque de vocês é “semelhante”, porém iniciando com a perna direita à frente, seguida da esquerda e direita novamente.

Vamos agora ver um ataque no jogo, aos mais atentos, reparem que o jogador ataca a bola no limite de seu alcance. Olhe também como ele realiza a passada, apesar de fazê-la meio lateralmente, o cubano, por ser destro, continua a fazer esquerda, direita, esquerda.

[http://www.youtube.com/watch?v=Ovgo-D8Ih_I]

Obs.: Nesse vídeo reparem no desespero do jogador n° 3 da Rússia para tentar bloquear o cubano.

Abraços,

Rodrigo


Perfil do Time

fevereiro 6, 2009

André Éler, Meio de Rede

Versão estendida para ambientar melhor a bixarada.

Felipe Maia

No 2º ano Jornot, o levantador Maia se envolve em todas as atividades possíveis. Como tem uma veia artística, apesar de ser das comunicações, acaba se enrolando um pouco, às vezes. É o nosso DM, e por isso tem uma carga maior de responsabilidade esse ano. Por isso mesmo, prometeu não se atrasar nem uma vez neste ano. Mostra muita vontade de aprender, mesmo quando está fora do time titular.


Rodrigo


O levantador do time da ECA está no 2º PPnot, mas já tem anos de voleibol. Rodrigo ainda treina com seu time do Colégio Federal. Mas a paixão pela ECA não fica em segundo plano. Demonstra vontade em todos os jogos e treinos. Pela habilidade, ficou com uma das vagas de levantador do time. Mas quando é requisitado, joga em qualquer posição – e joga bonito em todas elas.


Tiago 28


Do Xº ano de Artes Cênicas, o 28 atua muito também nas quadras uspianas. Adora fazer graça. Mas quando a coisa é séria, não tem pra ninguém na saída. Ele também é um dos dinossauros do time, e colabora com o aprendizado da galera mais nova.


Tiaguinho


Um dos três levantadores do time, Tiaguinho é chamado assim no diminutivo pelo tamanho. Mas cresce com a bola na mão. Tem grande experiência no time da ECA, e um bom entrosamento com os atacantes. No 4º ano de Cênicas, também dá aula de teatro para crianças, o que explica sua paciência para treinar e acertar as jogadas.


Aldo


O ponta Aldo é outro dinossauro do voleibol ecano. No 6º ano de RP, ele nem quis se formar ainda, só pra jogar mais tempo no time. Começou de baixo no time, tímido, mas hoje é um dos líderes em quadra, chamando, puxando orelha de todo mundo, e animando os outros jogadores. Ele tem personalidade no jogo, pra arriscar as bolas certas, sacar mais forçado e largar quando tem que ser.


Maurício


Maurício está no último ano de Música – é, os músicos também são muito bem-vindos! Pianista e ponta, ele arrisca sua carreira todos os treinos, afinal, qualquer contusão pode deixá-lo de molho também do piano. Mesmo assim, Maurício faz de tudo para bater uma bola. É um exemplo de pontualidade nos treinos.

Para 2009

fevereiro 6, 2009

Felipe Maia, Levantador e DM

Por culpa dessa reforma ortográfica fica meio difícil entender o título. O significado explícito dele é: o que se espera de 2009. E o novo ano vai ser cheio pra esquadra do vôlei ecano. A começar pelos campeonatos. Esse ano participaremos de cinco campeonatos. A Copa USP será o primeiro deles, realizado no primeiro semestre. O vôlei ecano disputa a Série Azul, a primeira divisão do esporte Uspiano. Nele encontramos times difíceis, o que deixam os jogos mais empolgantes — e a vontade de vitória maior.

Outro campeonato realizado pela USP é o Jogos da Liga. Este, acontecerá no segundo semestre do ano, e não há divisão por séries. Times menores e maiores se encontram pela disputa do título. Também no segundo semestre ocorre o BIFE, inter entre faculdades da USP. O clima mais “caseiro” não deixa a disputa por baixo. Este é um título ainda não alcançado pelo vôlei ecano, e está no alvo em 2009.

Voltando ao primeiro semestre, contudo, há de se lembrar o JUCA. Um dos maiores inters entre universidades do Brasil e, sem dúvida, o campeonato mais legal de se participar! Jogar num estádio lotado, ouvir a batereca (até se encher)  e cravar uma bola no lado do Mackenzie são coisas, se me permitem, fodas pra cacete! Melhor que isso, só o título, que é nosso principal objetivo no ano!

Sem esquecer de você, bixo, que veio aqui conferir o blog. Em breve se realizará o Bixusp, e os seus veteranos vão cobrar dez voltas na quadra e corrida de três em três metros caso vocês não vençam!!! Mas tá sossegado, quando vocês tiverem no peito a flâmula auri-roxa a vitória torna-se consequência — não sem concentração e muito treino antes, é claro!

Vamo ECA, porque em 2009 é tudo nosso!


Jogar no vôlei ecano…

fevereiro 6, 2009

Túlio Buchionni, ponta

Ah, a minha primeira impressão foi grandiosa – e continua sendo, é bom deixar claro. Para um garoto vindo do interior, acostumado a jogar só vôlei de areia nas tardes quentes de verões fortes, o CEPE e seus milhares de atletas, quadras e jogos era algo de sensacional! Algo como aquele espaço dedicado a esportes que você sempre quis freqüentar e nunca conseguiu.

Se por um lado parecia um tanto difícil me concentrar e entender o que significava ser “ponta”, como me posicionar do jeito certo naquele maldito rodízio ou como acertar uma “paralela” ou um “chute alto” – sim, pra quem não sabe, no vôlei também existem chutes, só que com a mão (não fui eu que inventei esse nome!) – por outro todo o deslumbramento de participar do time nunca me deixava desapontar.

Depois vieram os primeiros amistosos, os primeiros campeonatos e, por fim, o JUCA e o BIFE – a essa altura eu já estava muito mais confiante e muito mais por dentro das minhas funções e do funcionamento do time como um todo. O mais impressionante é, além de jogar, poder sentir essa sensação absurda e indescritível de vestir a camisa da ECA, olhar para a torcida e sentir que você está representando centenas de pessoas. E bom, nem é preciso dizer que ser parte do time, conviver e fazer amizade com pessoas incríveis de cursos diferentes do seu já é motivo para se aventurar em qualquer esporte. Agora é a sua vez, bixo!


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